Narayen confirmou durante o evento promovido pelo The Wall Street Journal que ele e Steve Jobs chegaram a um acordo amistoso “não-oficial”, acabando com a guerra pública. O executivo diz que a Apple, na verdade, estava mais preocupada com um modelo de negócios do que com problemas de performance do plugin nos seus dispositivos móveis como iPhone, iPod touch e iPad.
“O problema está no controle da App Store”, disse Narayen, dando a entender que o suporte ao Flash poderia ser uma concorrência aos aplicativos da loja virtual da Apple. O executivo ainda sugere que desenvolvedores podem utilizar normalmente o software Adobe AIR para produzir softwares para o iOS. Ele chegou até a dizer que sua companhia está ansiosa pelo crescimento do HTML5 (que substitui o complemento multimídia da empresa em navegadores) e que está “contribuindo ativamente” para seu desenvolvimento.
Tudo muito bom, até que o mediador do debate, Walt Mossberg, afirmou: “Eu ainda não teste um aparelho [com Android] no qual o Flash funcione realmente bem”. O executivo da Adobe chegou a citar o tablet BlackBerry PlayBook como exemplo de progresso, mas Mossberg lembrou que o aparelho não roda o sistema operacional do Google. Narayen então ficou sem graça e desconversou.
Seria bom se Jobs comentasse algo sobre isso na segunda-feira (6), durante a conferência para desenvolvedores WWDC, em San Francisco, que apresentará novidades da Apple como o iOS 5 e o novo serviço iCloud. A conferir.





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